quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Por que ajudo animais tendo tanta gente precisando?

"Porque não existe um projeto nacional (Minha Casa Minha Vida) para animais abandonados.
Porque não existe Sistema Único de Saúde para atender animais doentes, espancados ou mutilados.
Porque não existe um Conselho Tutelar pra atender animais que não têm “direitos” por ação ou omissão da sociedade ou do Estado.
Porque não existe aposentadoria para animais que puxam carroça, são tratados como lixo e após anos de trabalho escravo são abandonados."

(autor desconhecido)

Fazemos destas, nossas sinceras palavras.


Equipe Cão Sem Fome

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Amigas pra cachorro - Tamara e Nina

Texto escrito pela Tamara Galasse, da Equipe Cão Sem Fome.

                     
"Nina!
Sempre quis ter um cachorro e aqui em casa a ideia nunca foi muito bem aceita, porém, depois que assumi que seria responsável por absolutamente tudo, minha avó e minha mãe concordaram.
A partir daí, começou a questão que cachorro comprar, depois de uma conversa que tive com a Glau, decidi: quero adotar um cão! Coincidentemente, na época em que decidi adotar, nasceram cinco filhotes de uma das cadelas apoiadas pelo projeto. Falei: pronto! Um deles será meu!
Fui a uma das entregas de ração decidida a trazer uma comigo. Chegando lá, me apaixonei por todos, mas a minha pequena me encantou, ficou o tempo  no meu colo, fez carinho, resolvi levar.
Saimos e fomos para a casa da Andréa onde ela passou uma semana, foi bem cuidada, recebeu todo o carinho e fez amizade com o Theo.
No domingo seguinte, trouxe ela para casa. No instante em que ela chegou, a ideia de ter cachorro passou a ser bem aceita imediatamente, a festa estava feita!
Agora, a festa acontece todos os dias da hora que ela acorda a hora que ela vai dormir, brinca com todos e foi um motivo de união para a minha família, todos hoje ficamos juntos para ficar perto dela.
O que mais me impressiona é o quanto a Nina é capaz de despertar carinho nas pessoas.
Hoje tenho a mais absoluta certeza de que ter cachorro é tudo de bom!"

Nós, do restante da Equipe Cão Sem Fome, também não temos a menor dúvida disso!

Equipe Cão Sem Fome

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Gaspar... um fofo!


Essa meiguice em forma de cão é o Gaspar!..
Ele é, assim como o Leon, um dos cãozinhos assistidos pelo Projeto Cão Sem Fome que você pode apadrinhar!

Todos precisam muito da nossa ajuda e escolher um deles para apadrinhar é uma forma de você ter mais informações sobre o animalzinho e sobre os efeitos que sua ajuda tem para ele!
Não deixe essa oportunidade passar!
Um tanto que você puder se compremeter com ele (no caso, R$ 30,00/mês, através da Campanha de Apadrinhamento!!), garante que ele tenha uma vida digna e saudável!

Para mais informações e caso queira ser o padrinho ou a madrinha do Gaspar, envie-nos um email para caosemfome(arroba)gmail.com !

Ajude-nos a ajudar!

Divulgue a campanha!


Equipe Cão Sem Fome

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Amigos pra cachorro - Fernanda e Téo

Nunca tive cachorro, nem nunca fui daquelas crianças que vivem pedindo um cachorro para os pais. Talvez por isso tenha me surpreendido tanto com o quanto um bichinho desses é capaz de preencher nossa vida com experiências que jamais podia imaginar!

O Téo chegou na minha vida eu já era adulta, foi uma decisão minha e da minha mãe passarmos a ter um cão. Começamos a pesquisar sobre as raças e ficamos apaixonadas pelos beagles, apesar de saber da fama de vigaristas que eles têm!.. rs...
Na época, eu tinha uma preferência por escolher a raça do cão que teríamos, hoje sei que cão é cão, independente da raça e independente de ter uma!
Hoje, com tantos cães ávidos por um dono via adoção, eu jamais compraria um cachorro.
Coisas que se aprende...

Fomos em busca de descobrir onde acharíamos um filhote e acabamos encontrando, num pet shop, dois filhotes, lindos, ambos machinhos, um com a pelagem tricolor padrão dos beagles e outro (o Téo!) numa cor fora do padrão - tricolor chocolate, com olhinhos mel!
O Téo veio para o meu colo e o outro, para o colo da minha mãe! Ele me arranhou toda com suas unhinhas de agulha, não parava quieto um segundo e era lindo de morrer! O outro, um fofo também, meio assonadinho, mais quietinho...
Não tivemos dúvida: queríamos o mais espivetado!

O Téo foi um dos filhotes mais lindos que já vi pessoalmente!..
100% das vezes que saía e saio com ele, alguém se aproxima e fica encantado!
Fofo, fofo, fofo!
Sapeca na mesma medida!..
Durante a filhotice, destruiu uma mesa de jantar toda, com as cadeiras!..
Rasgou sofás, cortinas, fez xixi em cantos da casa que eu nem sabia que existiam!

E junto com toda essa má fama mais do que comprovada, descobri o quanto esse serzinho é capaz de uma parceria que jamais pude imaginar!
Sempre por perto, disposto a tornar o momento mais alegre, seja com uma provocação para que brinquemos com ele, seja com a cara de pidão querendo comida ou nos convidando para ir passear!

Assim que casei, tive que me despedir de morar sob o mesmo teto desse pitoco e a saudade que sinto dele diariamente é imensa!
Que delícia ficar juntinho dele, deitada, em épocas de inverno, um esquentando o outro, vendo tv e cochilando!

Mas para além de todo esse cotidiano cheio de histórias, o mais importante de tudo foi que ele foi o responsável por despertar em mim o olhar para os animais, de uma forma geral, como seres realmente especiais.
Foi graças a ele que hoje sou uma pessoa sensível e atuante na causa animal.
Foi através da relação que construimos que pude descobrir a imensa sensibilidade que um cão pode ter, o quanto é capaz de se fazer querido e de nos fazer sentir queridos, o quanto são inteligentes e perspicazes, o quanto são capazes de nos conhecer e até saber quando precisamos da companhia deles mais pertinho da gente, seja num momento nosso de tristeza ou doença... Quem tem um cão sabe disso.
Sempre me impressiono muito com a leitura que eles são capazes de fazer do nosso olhar!..
E a gente, do deles!

Enfim, graças ao Téo, cão dos mais lindos, arteiros e inteligentes que já vi, hoje sou alguém melhor, porque sem a menor sombra de dúvida, alguém que respeita, gosta e faz algo pelos animais é uma pessoa melhor do que era antes de fazer isto!

Ele, de alguma maneira, será eterno!


Compartilhe sua história também enviando-a para caosemfome(arroba)gmail.com !
Não se esqueça de incluir uma foto do seu peludo!


Equipe Cão Sem Fome

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quer ser meu padrinho ou minha madrinha??



Esse fofucho é o Leon!
Ele é um dos cães assistidos pelo Projeto, que você pode apadrinhar através da nossa Campanha de Apadrinhamento!

Com sua contribuição mensal no valor de R$ 30,00, toda a alimentação e os cuidados básicos necessários que esse fofo precisa, estarão garantidos!

Em contrapartida, a Equipe Cão Sem Fome se compromete em dar notícias regularmente sobre seu afilhado! 

Se interessou?..
Mande-nos um email para caosemfome(arroba)gmail.com, colocando o nome dele (LEON) no assunto e em breve entraremos em contato!

Ajude na divulgação deste e dos demais cães assistidos!..
Sua ajuda é fundamental para o bem estar desses animais!

Equipe Cão Sem Fome

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Amigos pra cachorro - Kandy e Apolo

Inaugura-se por aqui a série "Amigos pra cachorro"!

Nela, serão contadas as histórias de amor e amizade entre os cães e seus donos!

Compartilhe sua história também enviando-a para caosemfome(arroba)gmail.com !
Não se esqueça de incluir uma foto do seu peludo!

Damos início com o texto lindo da Kandy rememorando o que seu apaixonante Apolo foi em sua vida!



"Quando cheguei em casa hoje, vi a Lua linda e redondinha no céu. Estava tão brilhante, talvez por causa do frio, que me deixei encantar. Mas faltava alguma coisa... Uma Lua assim tão imponente no meio do azul-marinho (que deveria ser celeste) estava silenciosa demais para o meu gosto.

Em noites assim, de Lua calada, sempre me lembro do Apolo. Por razões que talvez apenas Zeus conheça, o Apolo detestava tudo o que habitasse o céu. Latia para a Lua, para pipas, aviões, fogos de artifício, pássaros e balões. Só perdoava as estrelas. Era poético esse meu amigo, um dog alemão muito boa gente, que de cachorro só tinha a fidelidade, o físico e a onomatopéia — tem muita gente-cachorro que não chega aos pés dele.

Ninguém nunca me olhou como ele me olhava, jeito desvelado de dizer eu te entendo sem sequer levantar as sobrancelhas. Aceitava-me triste, entusiasmada, concentrada ou feliz, com os cabelos bonitos caindo sobre os ombros ou todo emaranhado num birote improvisado; de pijamas descombinados ou na elegância de um salto alto. Nunca desfiou uma meia de náilon minha, apesar de ter destruído meu escalímetro. Às vezes cismava em subir na minha cama. E ficávamos cada um com metade, em média uns cinco minutos, até que ele se enchesse de tanto aperto e resolvesse ir para o chão.

Até hoje, foi o único que me enxergou transparente, fazendo-me companhia, sem reclamar, em muitos longos finais de semana em que eu ficava em casa e a família debandava, revoada inquieta. Fazia o supermercado inteiro achar que eu era dona de um canil: "80 quilos de ração? Nossa, quantos cachorros você tem?". "Um", eu respondia. Era único mesmo.

Mal-agradecida que eu só pela gentileza da fiel companhia, premiava meu amigo dourado — melhor seria dizer de ouro — com um banho que encharcava o mundo. O Apolo era enorme. Só assim para abrigar coração tão grande. Íamos ora eu e ele, ora ele e eu, não se sabe quem levando quem para onde, rumo à saga de tentar fugir ou desencardir toda aquela área peluda. Eu sempre saía mais molhada, e ele, mais limpo. É o que dá misturar leão com cachorro.

Em compensação, eu o deixava andar no meu carro popular. Abaixava o banco e abria o porta-malas, convite perfeito para um passeio, porque, na coleira, era impossível andar civilizadamente com aquele ser mitológico fora dos portões de casa. Os quase noventa quilos dele sempre arrastavam os meus cinqüenta.

Invariavelmente, porém, acabávamos sempre no mesmo lugar: a casa da Sonia, uma dachshund muito da posuda, apesar do tamanho, que se dependurava nas orelhas do Apolo com uma coragem espantosa. A Sonia guardava o consultório da Florinda, criadora de são-bernardos e veterinária do bairro, a paciência em pessoa para limpar o tártaro daquela bocarra de cavalo que só o Apolo tinha. Era tratado no chão mesmo, sobre o cobertor dele — um de solteiro, que ele sempre carregava com a boca, dobrado, sem arrastar no chão —, visto que colocá-lo na mesa era missão para alguém bem mais forte do que eu e a Florinda juntas.

Não sei quantas tardes de sábado eu passei naquele consultório esperando os quase noventa quilos acordarem da anestesia e caminharem com as próprias pernas para o porta-malas do meu carro. Não sei quantas vezes levei o carro para lavar depois de ter sido marcado tão carinhosamente por montes de babas alegres por voltar para casa, nem quantos chumaços de algodão gastei para limpar aquela vastidão de orelhas sem fundo ou quantas foram as tentativas de fazê-lo parar quieto para trocar os curativos da orelha operada para retirada de coágulo.

Quanto trabalho!, todo mundo dizia. Não entendiam que, quando a gente ama verdadeiramente, se doa de um jeito desinteressado e espontâneo, que compensa supostos esforços que nunca existiram, nada mais que uma troca: eu cuido de você, você me ensina a ser melhor.

Estabanado, guloso, divertido, desengonçado, carinhoso, folgado e sem noção de direção, proporção ou espaço, esse meu cachorro me ensinou a semântica de sua denominação: era mesmo um animal para estimar, meu bicho de estimação por oito anos e meio.

Não me lembro o ano em que o perdi, só sei que faz tempo, muito pra mim. A saudade é mesmo assim: se estica até não poder mais quando o amor é maior que a gente. O Apolo morreu dormindo, depois de, sem saber, termos nos despedido rolando longamente pelo chão em brincadeiras afoitas.

Hoje eu entendo por que ele não latia para as estrelas."


Que parceria, hein?!
Inesquecível!


Equipe Cão Sem Fome






terça-feira, 2 de agosto de 2011

Já alimentou um cão de rua hoje?

Sabe aquele cachorro de rua que você sempre vê vagando por onde passa, seja na sua rua, no bairro onde mora ou trabalha?
Que tal fazer algo?

Dê comida pra ele!

Um pãozinho que seja, uma coxinha comprada no bar da esquina. Você não vai ficar mais miserável por isso e pode fazer toda a diferença: na SUA vida e na DELE.

Você pode achar que isso não adianta nada, porque ele vai sentir fome no dia seguinte, e no outro, e no outro... mas pense bem:

Se cada um fizer a sua parte, ele terá sempre um pedacinho de pão para amenizar seu sofrimento.

Alimente um animal de rua hoje e durma sabendo que ao menos aquele dormirá com a barriguinha cheia.. graças a VOCÊ!

Pense nisso!

Equipe Cão Sem Fome