quarta-feira, 24 de julho de 2013

Cão Comunitário - Adote essa Ideia

Está se tornando cada vez mais freqüente empresas, escolas e órgãos públicos entrarem em contato conosco para que fiquemos com algum animal abandonado, que se encontra no local.

A história é sempre a mesma: O animal é super dócil, está sendo cuidado pelos funcionários, ou freqüentadores, mas não pode permanecer no local, então se não acharem uma ONG que venha buscá-lo ele será sacrificado.

A sociedade precisa urgentemente adotar uma postura mais cidadã e temos que ter mudanças nas leis, que possibilitem as pessoas bem intencionadas conseguirem resultados melhores do que sacrificar animais dóceis, bem cuidados e saudáveis.

A atual legislação não permite animais em órgãos e locais públicos, tais como: Parques, escolas, praças, estações, etc... E porque não?

Qual o problema de se adotar o sistema de “Cães Comunitários” nesses locais? Em São Paulo, a lei Estadual 12.916 de 2008 já permite Cães Comunitários: Cachorros que sejam adotados por grupos específicos de pessoas, que têm a responsabilidade de cuidar de um ou mais animais, sem necessariamente levá-los para casa. Essas pessoas precisam oferecer todas as condições para que os animais tenham uma vida saudável, sendo que os animais são castrados, vacinados e microchipados.

O mais famoso caso de Cão Comunitário teve sua história contada no filme “Sempre ao Seu Lado”, onde após a morte do seu dono o cão continua esperando por ele na mesma estação de trem ,e é cuidado por funcionários e passageiros.

Todas as escolas deviam adotar um Cão Comunitário, pois os benefícios são inúmeros: Além de ensinar as crianças a respeitar os animais, um cão trabalha o emocional e o psicológico das pessoas.

A desculpa que o cão pode morder a criança é lamentável. Cães  bem tratados e dóceis só mordem se forem ameaçados, pois cachorro não é saco de pancada. Crianças que convivem com animais são mais calmas e aprendem principalmente valores como respeito, responsabilidade, bondade e cidadania.

E o que se falar dos parques ou Condomínios Fechados? Qual o problema dos funcionários bem intencionados terem um Cão Comunitário, que faça companhia durante as rondas, durante a manutenção e limpeza e que usufrua desse espaço público?

As empresas deviam adotar também mascotes. A presença de um animal combate o estresse e a monotonia do dia a dia. Favorece a interação entre os funcionários e trabalha a afetividade e as relações interpessoais.

Cães Comunitários podem viver muito bem e muito tempo, sendo mantidos por uma comunidade em uma rua, praça, condomínio ou qualquer estabelecimento.

A proteção Animal é papel de toda uma sociedade e não pode ser apenas delegada às ONGS. O velho discurso: “Se você não ficar com o cão, ele será eutanasiado” não funciona mais. Todas as ONGS estão abarrotadas de animais graças ao descaso do poder público e ao comodismo de toda uma sociedade que acha que resolve o problema empurrando o animal para um Abrigo.

Cão Comunitário não é a solução de todos os problemas, mas salva vidas, promove mobilizações em prol da causa animal, fortalece as relações pessoais nas comunidades e alivia a super lotação em que se encontram as ONGS.

Cão Comunitário: Adote essa Ideia!

 
Se quiser saber mais sobre esse assunto acesse esse link e veja o que esse pessoal do bem anda fazendo por aí!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Aniversário do Cão sem Fome

O Cão sem Fome completa dois aninhos de existência como Projeto. Um bebê ainda, mas com responsabilidades de gente grande. Hoje nossa família tem 380 peludos distribuídos em 5 Quintais diferentes, que consomem 3 toneladas de ração por Mês, fora as despesas com saúde.

Para sustentar essa galerinha a gente tem que ser muito criativo: Fazemos eventos, bazares, barracas em festas juninas e campanhas. Também temos nossa linha de produtos cuja renda é revertida para os nossos animais e os padrinhos que nos ajudam mensalmente.

Além disso estabelecemos parcerias para viabilizar nossos Projetos e contamos com a dedicação dos nossos queridos voluntários, pois sem eles nada disso seria possivel.

Temos consciência que o crescimento do Cão sem Fome apenas reflete a dura realidade de abandono que se encontram os animais. Gostariamos imensamente de dizer que não há animais para encher nossos Quintais e que o Projeto só tende a diminuir a cada ano. Esse seria o nosso maior presente, porém o que vemos é a necessidade urgente de crescer ainda mais para atender os inúmeros pedidos que pipocam na nossa caixa postal todas semanas.

O número de animais abandonados  é alarmante e, se fossemos um Projeto de resgate, teríamos 380 animais a mais por mês. O número de Protetores que pedem ajuda, também cresce a cada dia, e é cada vez mais dificil escolher o mais necessitado para ser auxiliado, frente a tanto abandono.

Então nesse aniversário nossa única comemoração é poder dar a nossa contribuição, mesmo que pequena, para diminuir o sofrimento desses animais e poder apoiar o trabalho de alguns Protetores que dedicam suas vidas à essa causa.

O nosso desejo é que providencias urgentes sejam tomadas pelas autoridades competentes a fim de diminuir o abandono, com a conscientização e o envolvimento de toda a sociedade para a proteção animal.

E que no futuro Projetos como o Cão sem Fome não sejam mais tão necessários na nossa sociedade.

Enquanto isso não ocorre, agradecemos a todos que nos ajudam a ajudar e esperamos poder ajudar cada vez mais.

 

Glaucia Lombardi
Fundadora do Cão sem Fome
 

domingo, 21 de julho de 2013

Bastidores de um Evento de Adoção – Presentes

Não é raro pessoas procurarem um cão ou gato para darem de presente. Uma senhora entrou em contato querendo um cachorro para seu filho recém casado. Seria uma surpresa para ele, já que o rapaz ama cães e sempre teve cachorro. Depois das perguntas freqüentes, soubemos que os recém casados moravam em um apartamento pequeno, trabalhavam fora e que a nora não havia sido comunicada sobre “a surpresa”. Sugerimos que a senhora conversasse com o casal a respeito, pois apesar de movida das melhores intenções, era necessário saber se o casal concordava em assumir esse compromisso. A senhora depois entrou em contato conosco, para dizer que a nora não concordou com a adoção. Esse é apenas um dos casos em que uma adoção pode virar um conflito familiar e uma dor de cabeça para todos.

Cachorro não é presente! É escolha! E essa escolha deve ser pensada e discutida com toda a família. Esse tipo de presente não só é embaraçoso e cria problemas familiares como também a chance de devolução do animal é grande.

O mesmo se aplica o rapaz que pegou um cachorro para dar de presente para a namorada e com o rompimento do namoro, ela mandou o animal embora junto com o namorado. O cão nos foi devolvido meses depois. Imagina o sofrimento do animal? Depois de ser criado e mimado pelo casal apaixonado, ser descartado junto com as amarguras do rompimento como se fosse um objeto.

Casais sem filhos que adotam um animal também devem ter em mente que ele fará parte da família pelos próximos 10 ou 15 anos. Mesmo que venham a ter filhos, descartar ou devolver o animal é desumano, muito embora seja uma atitude bem freqüente. É absurdo o número de animais devolvidos com a desculpa do nascimento de um bebê na família. Além do trauma do animal, essa família ainda perde a grande oportunidade de criar uma criança junto com um cão ou gato, atitude esta que lhe trará muitos benefícios no futuro. A falta de sensibilidade dos pais com os seus animais, demonstram que tipo de crianças estarão criando para esse mundo e que tipo de valores estão passando para elas.

Uma exceção onde cachorro pode ser presente, é quando os pais resolvem presentear seus filhos, pois os pais são os gestores da casa e sabem que a responsabilidade desse “presente” é deles. Mesmo assim, antes de presentear seu filho com um cão ou gato, é importante prepará-lo para receber esse ser com amor e respeito. Cachorro pode ter sido um presente, mas não é brinquedo. Crianças podem ter atitudes cruéis se não forem bem orientadas: Puxar o rabo, sentar em cima, enfiar os dedos nos olhos do animal, gritar, assustar, bater, tornam qualquer cão, por mais meigo que seja, uma fera.

Cães latem, rosnam, arranham e mordem para se defenderem. Em alguns casos os adotantes entram em contato conosco para devolver o animal que arranhou ou mordeu a criança. A pergunta que fazemos sempre é: O que a criança fez para o cão? Na maioria das vezes o cão apenas estava se defendendo, portanto cabe aos pais educar seus filhos sobre como tratar um animal com carinho e respeito.

Nos tempos de hoje, que as crianças tem acesso a tantas informações, convém também conversar para ver se o animal que vai ser adotado, é o que a criança gostaria.

As crianças estão muito suscetíveis as informações contidas nos filmes e programas de TV. Se ela assistiu o filme “Marley e Eu” e foi isso que a inspirou querer um cão, ela já tem formada a imagem do cão que ela quer. Se os pais derem um cão preto e pequeno e a criança quer um cão grande e bege, está criado um conflito e o animal sempre leva a pior.

Cães a gatos não são presentes. Adote essa Ideia!
 
Pitty está para adoção. Mestiça com Pit Bull, 5 meses, castrada e vacinada.
 
 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bastidores de um Evento de Adoção – Parte 3

Uma das funções de um evento de adoção é responder às dúvidas freqüentes de possíveis adotantes, pois o que vemos é total falta de informação do público em geral.

Fui abordada por uma moça que disse que queria um filhote macho. Perguntei por que o filhote tinha que ser macho, e ela um pouco constrangida em ter que tocar no assunto, disse que era para o cachorro não ficar “menstruando” pela casa...

Então expliquei que as fêmeas já estavam castradas.

A moça me olhou com cara de interrogação, no melhor estilo: “E daí?” Daí que uma fêmea castrada não entra no cio, portanto não haverá mais sangramento, ou o que ela está chamando de menstruação.

A minha explicação não convenceu. A moça disse na minha cara um sonoro “Será?” com ar incrédulo, e foi embora.

Falta de informação e total falta de comprometimento, fazem do trabalho de se encontrar um lar para um cão uma verdadeira odisséia.

Uma das piores situações é quando o adotante, depois de todas explicações, troca de emails e telefonemas, marca de buscar o animal e não aparece, simplesmente porque desistiu na última hora... E muitos sequer nos avisam! Apenas param de atender o telefone e somem!

O que as pessoas não sabem é que quando um cachorro vai ser adotado, mobilizamos várias pessoas.

Alguém tem que ir buscar o cão em um de nossos Quintais, ou aonde quer que ele esteja. Outra pessoa tem que se prontificar a esperar o adotante. Se o adotante não aparece ficamos com o animal “na mão”. A pessoa que trouxe do Quintal já não está mais disponível e o voluntário que estava esperando o adotante, apenas se prontificou a “esperar o adotante” e não ficar com o cachorro por tempo indeterminado. E aonde achar um Lar temporário para colocar o animal, até que se resolva o que fazer? E onde achar alguém disposto a ir levar o animal de volta naquele dia, sem planejamento prévio.

Nossos Quintais estão a 50Km de distancia, ou seja não é “aqui do lado”...Com transito gasta-se horas para se chegar em um Quintal. Não é tarefa nada fácil.

Com certeza o adotante que mudou de idéia na última hora não pensou nas conseqüências dos seus atos.

Falta de informação, irresponsabilidade, falta de comprometimento tornam cada vez mais difícil a nossa luta dentro da proteção animal e inviabiliza várias ações que poderiam beneficiar muitos cães e gatos.

Portanto seja um adotante consciente e responsável. Só entre em contato com uma ONG se realmente tiver certeza que quer adotar e tem condições para isso.

Tomar a decisão de adotar um cão é doar seu coração, seu tempo e seu dinheiro a um animalzinho, pelos próximos 15 anos da sua vida!
Aqueles que não tiverem esse comprometimento, por favor não entrem em contato apenas porque viram uma foto bonita, ou porque ficaram com pena do animal, pois vocês só vão atrapalhar, alimentando falsas esperanças e tomando o tempo dos voluntários que estão tentando ajudar aquele animal.

Adoção com responsabilidade e respeito, ao animal e ao voluntário! Se tiver dúvidas, não adote.
Adote essa Ideia!
 
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Bastidores de um Evento de Adoção - Parte 2

A semana após um Evento de Adoção é tão estressante quanto o próprio evento.

Primeiramente por termos que devolver aos Quintais os cães que não foram adotados. Você já pensou sobre isso?

O cão é retirado do Quintal onde mora com muitos outros cães e ganha mimos e atenção só para ele por um dia inteiro. Passeia, come petiscos, tem um monte gente fazendo gracinhas para ele e pegando no colo toda hora. No fim do dia ele não foi adotado e volta para o lugar de onde veio. Não é triste?

Mas há algo pior: É quando um cão que foi adotado é devolvido. Depois de passar pelo ambiente festivo e alegre do evento de adoção, ele acha que conseguiu um lar só para ele. Vai para uma casa, ganha comida boa, cama quente, uma família e, de repente essas pessoas mudam de ideia e mandam o cão de volta para o Quintal. É de partir o coração.

Infelizmente isso acontece com muito mais freqüência do que você imagina e pelos motivos mais absurdos possíveis.

No nosso Evento de Adoção de sábado, uma das filhotinhas adotadas foi devolvida. Motivo: “Ela chora!”

Isso demonstra, além da insensibilidade das pessoas, uma falta de noção sobre o que é adotar um cachorro.

Cachorros precisam de um tempo de adaptação. Tudo para eles é estranho, portanto o adotante, que é o ser humano da relação, precisa ter paciência e ir conquistando o animal.

Esperar que uma filhotinha de dois meses não chore nos primeiros dias é no mínimo irracional.

Cachorro dá trabalho. Faz sujeira, destrói coisas, precisa de comida e água limpa, precisa de um casinha para se abrigar. Se você não tem disposição, paciência e condição de proporcionar o mínimo a esse animal não adote! Aliás, nunca adote por impulso!

Adoção é assunto sério e tem que ser um ato pensado e discutido com toda a família. Muitas vezes a questão da adoção abrange até pessoas de fora, como o dono da casa que você alugou, o vizinho que compartilha o mesmo quintal, o síndico do prédio onde você mora, ou a empregada que fica com o animal o dia todo...

A adoção tem que ser discutida com as pessoas envolvidas para ser um ato responsável, caso contrário você está prejudicando um animal e criando um trauma para todos envolvidos, inclusive para essa criatura indefesa que se sentirá rejeitada e abandonada novamente.

O Adote essa Ideia quer incentivar adoções, mas que sejam atos responsáveis que tragam alegrias para todos: Cães e Adotantes.

Adote também você essa Ideia.

Diga NÃO à posse irresponsável de animais e aos maus tratos.

Essa é a Canjica, dois meses, castrada e vacinada.
Adotada e devolvida.

domingo, 14 de julho de 2013

Bastidores de um Evento de Adoção

Um evento de adoção é um excelente termômetro de como a nossa sociedade encara o convívio com os animais.

O maior problema ainda é o preconceito contra os animais sem raça definida. A Campanha “Adote essa Ideia” do Cão sem Fome, visa conscientizar as pessoas e incentivar adoções.

Nesse sábado, dia 13 de julho, fizemos o lançamento oficial da Campanha com um Evento de Adoção e posse responsável.

Depois de um dia inteiro de visitas tivemos dois filhotes adotados.

É quase cultural o fato das pessoas sempre preferirem filhotes. A explicação mais comum é que o filhote vai ser ensinado desde pequeno, para “pegar o jeito da casa” e ser educado de acordo com os costumes do novo dono. O que todos se esquecem é que o filhote chora, faz mais sujeira, destrói coisas, precisa de mais cuidados que geram mais custos e demoram muito mais para aprender. Um cão até um ano ainda é um bebê, e oferece inúmeras vantagens: Tende a ser mais calmo, aprende mais fácil, não chora, já demonstra o seu temperamento, não cresce mais... Porém nenhum cachorro com essa idade foi adotado, infelizmente.

Um casal chegou pedindo uma cachorra nova, com menos de 10 Kg. Nós apresentamos uma das cachorrinhas disponíveis nesse perfil. Depois de algum tempo, de afagos, colinho e conversa, o marido diz que não pode adotar porque os dois trabalham o dia todo e ele vai ficar com dó de deixar a cachorra sozinha em casa. Apesar de explicarmos que o cachorro se acostuma, e que ele teria mais dó ainda se visse o lugar de onde a cachorra veio, ele foi categórico que “Não podia fazer isso com um animal.” Na saída ele pergunta: Vocês não me arrumariam um yorkshire?

Por quê? Um yorkshire ele teria coragem de deixar sozinho o dia todo?

Esse é um dos exemplos do quanto o preconceito contra cachorros sem raça definida, contribuem para o abandono animal.

Enquanto vira-latas lotam os abrigos, mesmo tendo o perfil procurado pelo adotante, fábricas de animais são alimentadas por esse tipo de mentalidade.

Um tipo de conflito muito comum é quando alguns membros da família querem o animal e outros não. Nesse tipo de evento podemos presenciar maridos e esposas discutindo pela adoção de um animal em uma verdadeira “queda de braço”.

Pais e filhos protagonizam um capítulo a parte: De um lado crianças que prometem tudo para conseguir um cãozinho, tirar notas melhores na escola, dormir mais cedo, e claro, ajudar nos cuidados do animal. Do outro, pais categóricos que dizem que os filhos não cuidam nem de si mesmos... Cuidar de um animal é um excelente exercício de cidadania responsável para se dar á uma criança. Além do senso de responsabilidade, o convívio com um animal dá grandes retornos afetivos, trabalhando o emocional de toda a família.

Esses benefícios se estendem a um animal adotado por um casal. O prazer de cuidar, passear, dividir as tarefas diárias aproxima as pessoas, desde que ambos estejam a fim dessa experiência.

Nos dois casos, apesar de torcermos para que o animal seja adotado, aconselhamos as pessoas a discutirem a situação em família e só adotarem após a chegada de um consenso. É importante que toda a família esteja envolvida e de acordo com a adoção, caso contrário a possibilidade desse animal ser devolvido e, em péssimas condições é grande.

O “Adote essa Idéia” deu o pontapé inicial para discutir a questão da adoção e posse responsável. Esperamos com isso conscientizar cada vez mais pessoas, pois esse é o único caminho para diminuir o abandono animal.

Adote essa Idéia!
 
Os peludos abaixo ainda não conseguiram um lar. Vamos divulgá-los?
Priscila, um ano e meio, castrada, vacinada. Inteligente, obediente e dócil. Porte médio, não cresce mais.
 
 
Max, um ano, porte médio, não cresce mais, castrado, vacinado. Temperamento muito dócil, calmo,  se dá bem com crianças.
 
 
Sara, 9 meses, porte pequeno, não cresce mais. Vacinada e castrada. Alegre, sapeca, precisa de mimo e carinho. Prefere ser filha única.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Lançamento da Campanha Adote essa Ideia



 

O Cão sem Fome estará lançando no dia 13 de julho, sábado agora, o “ADOTE ESSA IDEIA”.

O objetivo é fazer uma grande campanha de incentivo à adoção de cães e gatos.

A sensibilização para adoção de cães sem raça definida é vital para nós. Recebemos muitos emails perguntando se temos cães de raça, enquanto tantos vira-latas lindos passam a vida inteira nos Quintais, sem nenhuma chance.

Há muitos cães “adotáveis” nos nossos Quintais, precisando de um dono, que na maioria das vezes acabam ficando a vida toda no Quintal, por não serem divulgados.

O Cão sem Fome não tem estrutura para “Feira de Adoção”, mas pretendemos fazer ações pontuais em eventos. É muito complicado para nós locomover os animais dos Quintais, pois eles são muito distantes e a logística não é fácil.

Para esse evento de lançamento teremos cães e gatos que vieram de dois Quintais: da D Cecília, no Grajaú e da D Silvia, em São Mateus. A distância entre os dois Quintais é de quase 100Km! Só por aí já dá para imaginar a logística que tivemos de montar para esse evento.

Semana passada já fomos buscar os peludos do Quintal do Grajaú, que passaram em consulta veterinária, tomaram banho e estão aguardando o evento em dois lares temporários: Um no Tatuapé e o outro em Mogi das Cruzes.

Os peludos do Quintal de S Mateus estão sendo preparados lá mesmo e virão no dia.

Para isso contamos com os voluntários do Projeto que transportam esses animais e oferecem Lar Temporário para eles e o Pet Shop e Veterinários que os atendem nesse período. É uma verdadeira operação de guerra!

 
E essa é apenas uma das atrações desse evento.

O lançamento dessa Campanha será junto com a inauguração da Clinica Veterinária Roma, Conveniada ao Cão sem Fome. A clinica é da Dra Maira, que já faz parte da nossa equipe há algum tempo.

Nesse dia também teremos:

- Venda de produtos Cão sem Fome no local

- Sorteios de brindes, consultas, vacinas, exames...

- Arrecadação de doações para o Projeto (aceitamos ração, remédios, cobertores, jornal e tudo que seu coração mandar)

Agora que você já conhece tudo que estamos preparando, ajude-nos a ajudar!

Venha nos visitar e prestigiar nossos peludos. Eles são as estrelas dessa festa!  E...merecem uma chance!

Divulguem para seus amigos e parentes

Contamos com vocês!

Horário das 8 as 18 hs
Data: 13 de julho
Local: Clinica Veterinária Roma
Endereço: Rua Igaratá, 282 Vila Prudente